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13 de fev. de 2025

A Gaseificação - #paporeto

Olá, bem-vindo ao nosso canal! Hoje vamos falar sobre um processo ambientalmente relevante e inovador: a gaseificação. Essa tecnologia desempenha um papel essencial na gestão de resíduos e na busca por soluções sustentáveis para o aproveitamento de resíduos sólidos urbanos e águas residuárias. Vamos entender como esse processo funciona e quais são suas implicações ambientais e energéticas.

 


O QUE É GASEIFICAÇÃO?

A gaseificação é um processo químico que transforma matéria orgânica sólida em gás por meio de atividade biológica. Em termos simples, resíduos sólidos e materiais presentes em águas residuárias são convertidos em gases combustíveis por meio de reações térmicas e biológicas. Esse gás pode ser utilizado para geração de energia ou como insumo para outros processos industriais.

 

QUAL A DIFERENÇA ENTRE GASEIFICAÇÃO E INCINERAÇÃO

Muitas pessoas confundem gaseificação com incineração, mas são processos bem distintos. Na incineração, os resíduos são queimados em altas temperaturas na presença de oxigênio, gerando calor e emissões poluentes.

 

Já a gaseificação ocorre em condições controladas, com pouco ou nenhum oxigênio, permitindo a conversão dos resíduos em gás de síntese, também conhecido como syngas. Esse gás pode ser aproveitado de diversas formas, minimizando impactos ambientais.

 

COMO FUNCIONA A GASEIFICAÇÃO?

O processo de gaseificação envolve algumas etapas principais:

· Preparação dos resíduos: Os materiais sólidos são selecionados e preparados para a conversão.

· Reações térmicas e biológicas: O material é submetido a altas temperaturas na presença de agentes gasificantes, como vapor d’água ou oxigênio controlado.

· Produção do syngas: O gás gerado é composto, principalmente, por monóxido de carbono, hidrogênio e metano, podendo ser utilizado como fonte energética.

· Purificação e aproveitamento: O gás é tratado para remoção de impurezas e então empregado na geração de eletricidade, combustíveis sintéticos ou até mesmo produtos químicos.

 

A gaseificação tem diversas aplicações, incluindo:

· Geração de energia: O syngas pode ser utilizado em turbinas para produzir eletricidade de forma eficiente.

· Produção de biocombustíveis: Pode ser convertido em biogás ou em combustíveis líquidos renováveis.

· Tratamento de resíduos: Reduz a quantidade de resíduos enviados para aterros sanitários, contribuindo para uma melhor gestão de lixo urbano e industrial.

 

A gaseificação é uma alternativa sustentável para o aproveitamento de resíduos, pois:

·  Reduz a dependência de combustíveis fósseis.

·  Diminui a emissão de gases de efeito estufa, quando comparada à incineração.

·  Aproveita resíduos orgânicos e evita a sobrecarga de aterros sanitários.

· Possui um alto rendimento energético, tornando-se uma solução viável para diversas indústrias.


Apesar dos benefícios, ainda há desafios a serem superados, como o alto custo inicial da implementação e a necessidade de infraestrutura avançada. No entanto, a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico estão tornando a gaseificação cada vez mais eficiente e acessível.

 

A gaseificação é uma tecnologia promissora para a gestão sustentável de resíduos e produção de energia limpa. Com investimentos e incentivos adequados, pode se tornar uma solução viável para diversos setores, reduzindo impactos ambientais e promovendo um futuro mais sustentável.

 

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20 de nov. de 2024

O Aterro Sanitário #PapoReto

Olá, bem-vindos ao nosso canal! Hoje, vamos falar sobre um tema extremamente relevante para o meio ambiente e a gestão de resíduos urbanos: o aterro sanitário. Vamos explorar o que é, como funciona e por que é tão importante para a sustentabilidade das cidades modernas. 


O aterro sanitário é uma instalação projetada para a disposição segura de resíduos sólidos urbanos. Diferente dos lixões, que são áreas abertas e sem controle, os aterros sanitários seguem normas rígidas de engenharia e requisitos sanitários e ambientais para evitar a contaminação do solo e das águas subterrâneas.


Uma das principais etapas na construção de um aterro sanitário é a impermeabilização do solo. Essa camada de proteção evita que o chorume, um líquido altamente poluente produzido pela decomposição do lixo, atinja os lençóis freáticos. Sem essa barreira, o chorume poderia contaminar fontes de água potável, causando sérios danos ao meio ambiente e à saúde pública.


O chorume que se forma no aterro precisa ser captado e direcionado para um sistema de drenagem. Esse sistema conduz o líquido para uma lagoa de tratamento próxima, que é projetada especificamente para tratar e neutralizar esse material tóxico. É crucial que essa área seja vedada ao público para garantir que o tratamento ocorra de forma segura e controlada.


Outro aspecto fundamental de um aterro sanitário é o controle dos gases gerados durante a decomposição dos resíduos. Os principais gases produzidos são o dióxido de carbono (CO₂), o metano (CH₄) e o gás sulfídrico (H₂S). Para evitar riscos como explosões e deslizamentos de terra, é necessário instalar um sistema de tubos para capturar e direcionar esses gases para fora do aterro de maneira segura.


Os aterros sanitários bem projetados desempenham um papel vital na redução dos impactos ambientais do lixo urbano. Além de controlar a poluição, eles podem até mesmo capturar o metano para geração de energia, transformando um problema ambiental em uma oportunidade de recursos renováveis. No entanto, a manutenção e a gestão inadequadas ainda são desafios que precisamos enfrentar para garantir a eficácia desses sistemas.


Então, agora que você entende como funcionam os aterros sanitários e por que são tão importantes para a saúde do nosso planeta, é fundamental apoiar práticas e políticas que incentivem uma gestão de resíduos eficiente e sustentável. Compartilhe esse conhecimento e ajude a construir um futuro mais verde e seguro para todos!


Obrigado por assistir! Se você gostou desse conteúdo, não se esqueça de curtir, se inscrever no canal e deixar seus comentários abaixo. Até a próxima!


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8 de out. de 2024

Você conhece o Asfalto Sustentável Feito de Cana-de-Açúcar: Uma Revolução nas Estradas Brasileiras

Imagina uma estrada sustentável com cinzas do bagaço da cana: mais resistente, durável e econômica?

Pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) desenvolveram uma inovação promissora para a pavimentação de rodovias. Eles descobriram uma maneira de substituir o pó-de-pedra do asfalto tradicional por cinza de bagaço de cana-de-açúcar, resultando em um material mais resistente, econômico e ambientalmente sustentável.

Imagine rodar por estradas construídas com um asfalto que não apenas melhora a durabilidade, mas também contribui para a preservação do meio ambiente. Esse avanço, que parecia distante, está cada vez mais próximo de se tornar uma realidade. A pesquisa conduzida pela UEM no Paraná investigou a aplicação da cinza de bagaço de cana em misturas asfálticas, e os resultados foram bastante positivos. Continue lendo para descobrir mais sobre essa inovação.

 


Uma Alternativa Sustentável para o Asfalto

A ideia inicial foi substituir o tradicional pó-de-pedra, componente básico do asfalto, pela cinza de bagaço de cana-de-açúcar — um subproduto gerado em larga escala pela indústria canavieira. Antes considerado um resíduo sem grande utilidade, esse material agora tem o potencial de se tornar fundamental na pavimentação de estradas. 

A aplicação dessa tecnologia foi realizada em um trecho da rodovia BR-158, entre Campo Mourão e Maringá, e já está sendo utilizada pelos motoristas que trafegam na região. O uso da cinza de bagaço de cana não só melhorou o desempenho mecânico do asfalto, tornando-o mais resistente e durável, como também reduziu a dependência de agregados minerais tradicionais.

 


Asfalto de Cana-de-Açúcar: Sustentabilidade e Economia em um Só Produto

Vinícius Hipólito, engenheiro e líder do projeto, destacou a importância dessa inovação: "Vimos uma oportunidade de utilizar esse resíduo para melhorar a resistência do asfalto. Isso é fundamental para otimizar nossos investimentos em infraestrutura." Com esse novo asfalto, é possível reduzir custos e, ao mesmo tempo, aumentar a durabilidade das estradas brasileiras.

Além de proporcionar economia, o uso da cinza de bagaço de cana contribui para a diminuição de resíduos industriais, promovendo um ciclo de reaproveitamento que é benéfico para o meio ambiente. Para aqueles que buscam soluções sustentáveis e inovadoras, essa é uma excelente notícia.


Inovação Aprovação nas Rodovias Brasileiras. 

Os testes com o asfalto de cana-de-açúcar foram realizados diretamente nas rodovias, e os resultados foram bastante promissores. A resistência do material foi confirmada, e a substituição parcial do pó-de-pedra pela cinza de bagaço de cana provou ser uma solução eficaz, com custos menores e desempenho superior.

Essa tecnologia tem grande potencial para ser amplamente utilizada, especialmente em regiões onde a logística e o transporte são essenciais, como no Mato Grosso. O uso de materiais sustentáveis pode transformar a pavimentação dessas estradas, melhorando a eficiência e reduzindo o impacto ambiental.


Benefícios para o Meio Ambiente e Infraestrutura

O uso da cinza de bagaço de cana na pavimentação de estradas vai além da economia e do reaproveitamento de resíduos. Ele representa uma oportunidade de construir uma infraestrutura mais sustentável e eficiente, alinhada aos novos desafios logísticos do Brasil. Melhorar a qualidade das estradas é vital para a economia nacional e pode gerar impactos positivos em diversos setores.

A pesquisa liderada por Vinícius Hipólito, que também atua na Conasa Infraestrutura, responsável por mais de 1.500 quilômetros de rodovias, foi publicada na renomada revista Scientific Reports. Isso demonstra a relevância do estudo e destaca o Brasil na vanguarda de soluções sustentáveis para a construção civil. O asfalto feito de cana-de-açúcar é um passo significativo para uma revolução na pavimentação, com benefícios diretos para as estradas e para a preservação do meio ambiente.

 


Essa tecnologia representa um avanço significativo na construção de estradas, unindo sustentabilidade, economia e eficiência em uma solução inovadora para o futuro da infraestrutura.



 

Siga-nos em nossa rede social @EcoAmbientalEA

 

Obrigado por assistir e até a próxima!

18 de jul. de 2020

Plantas de Pirólise no México



Este cliente processa resíduos de plástico e pneus usados. Este é o resíduo plástico que foi testado durante a orientação local do nosso técnico. Era do tanque de combustível do carro, a taxa de óleo é de 95% e surpreendentemente não há quase nenhum resíduo no forno depois de pirolisado. Isso economiza muito tempo e esforço para a remoção de escória. A qualidade do óleo também é muito boa.



Com 30 anos de experiência em pirólise e os engenheiros técnicos estão se instalando em todo o mundo para ajudar os clientes a descartar os resíduos e gerar lucros para eles. Sempre usaremos nossa tecnologia e serviços profissionais para trazer soluções ecológicas para nossos clientes.

18 de jul. de 2015

O Que é Lodo de Fundo de Tanque?



O lodo do fundo do tanque refere-se à mistura de óleo, graxa e impurezas acumuladas no fundo de um tanque de óleo ou tanque de armazenamento. Quando os derivados de petróleo líquidos são armazenados em tanques, a graxa e as impurezas sólidas vão se depositando gradualmente no fundo do tanque, formando uma mistura chamada lodo de fundo de tanque. Esse tipo de lodo geralmente é composto por resíduo de óleo, solo, umidade, fragmentos de metal e outras partículas sólidas.

Bombas ou caminhões a vácuo são frequentemente usados ​​para remover o lodo do fundo de um tanque. Esses dispositivos podem extrair sedimentos do fundo e transferi-los para recipientes apropriados ou máquinas de processamento. Depois disso, a borra de óleo pode ser processada para recuperação e reutilização. Realize tratamento inofensivo e obtenha benefícios de resíduos. Que processo pode ser usado para tratar a borra de óleo no fundo do tanque?

Fornecemos uma solução verde e segura para a lama de óleo do fundo do tanque. A borra de óleo pode ser processada pela planta de pirólise, pode ser personalizada de acordo com suas solicitações. O alimentador de parafuso pode ser usado para alimentar o lodo do fundo do tanque no forno de pirólise. Então, após uma reação de pirólise de alta temperatura, a estrutura das macromoléculas de óleo na borra de óleo se quebra e o gás de pirólise é produzido. O gás de petróleo será condensado em óleo combustível, e o gás não condensável gerado é reciclado como combustível do forno de pirólise. O resíduo sólido deixado após a pirólise da borra de óleo, também conhecido como negro de fumo, pode ser usado para fazer briquetes para aquecimento. Temos clientes na Albânia, Egito, Indonésia, Sudão do Sul, etc., que processam a lama de petróleo do fundo do tanque, lama de perfuração, óleo derramado de campos de petróleo,

Se você precisa resolver os problemas causados ​​pela borra oleosa, não hesite em nos contatar!

15 de mar. de 2015

Os Principais Métodos de Reciclagem de Pneus Inservíveis

As tecnologias e métodos de reciclagem de resíduos de pneus são principalmente quatro métodos: utilização de protótipo, moagem (pneus sucata), combustível auxiliar (combustível derivado de pneu, TDF) e pirólise (Pirólise).

1.1 Utilização do protótipo

Embora a “utilização de protótipo” de pneus inservíveis não seja a reciclagem final, ela pode prolongar o ciclo de vida dos pneus inservíveis e é atualmente o método de reciclagem mais direto e de menor custo. Incluindo como recifes artificiais de pesca, projetos de túneis, projetos de cais, fins agrícolas (hortícolas), instalações recreativas, projetos de barragens de areia, etc., mas a quantidade é limitada e é necessário considerar se seu uso causará problemas ambientais.

O processamento da “recauchutagem de pneus velhos” é relativamente simples, mas a demanda do mercado não é grande e é um produto de baixo preço, que não é fácil de divulgar. Porém, a recauchutagem de pneus é um método consagrado há muitos anos, que pode equivaler ao uso de pneus novos, e o custo é inferior a 1/4 de pneus novos. No entanto, com a modernização dos automóveis e dos transportes, os requisitos de segurança e manuseio dos pneus em altas velocidades estão se tornando cada vez mais rigorosos, e os pneus reformados não podem atingir o mesmo desempenho dos pneus novos, então o mercado encolheu gradualmente.

1.2 Trituração e moagem

Depois de serem “triturados” por máquinas, os resíduos de pneus podem ser usados ​​como matéria-prima para materiais de construção e produtos de borracha, incluindo resíduos de pneus a serem transformados em tijolos de cimento, ladrilhos ou produtos substitutos para materiais de construção relacionados. Se for ainda “moído” e as impurezas, como fio de aço e algodão no pneu usado, forem removidas, ele pode ser transformado em pó de borracha, borracha recuperada e outros produtos de borracha relacionados com alta pureza de componentes de borracha.


1.3 Combustível auxiliar

O poder calorífico dos resíduos de pneus é superior a 8.000 kcal/kg, superior ao dos 5.000 kcal/kg do carvão, e a cinza residual após a combustão também é comparável à do carvão, por isso é muito adequado para indústrias que exigem alta energia térmica. O TDF (Tire Derive Fuel – combustível derivado de resíduos de pneus) fornece fornos para fábricas de cimento, equipamentos de cogeração de eletricidade a vapor para usinas de energia e equipamentos de vapor para fábricas de papel como matéria-prima para geração de energia.

1.4 Pirólise

O princípio da pirólise é colocar resíduos de pneus em um gás inerte ou deficiente em oxigênio para degradação térmica incompleta, que pode produzir hidrocarbonetos líquidos e gasosos e resíduos de carbono. Nesta tecnologia, os pneus inservíveis são primeiro triturados em pedaços e depois enviados para um reator de pirólise. Após o aquecimento no reator, ocorre uma reação de decomposição térmica. Em seguida, os produtos gasosos passam para um condensador, onde o óleo e o gás são separados e uma fração semelhante ao diesel é condensada. O gás inflamável é enviado ao forno de combustão para fornecer uma fonte constante de calor para o sistema de pirólise. O produto sólido no reator é principalmente negro de fumo. Após a separação magnética, o negro de fumo grosso e o fio de aço são separados, e o negro de fumo grosso é obtido por processamento adicional.

O método de pirólise para tratar resíduos de pneus pode realizar a recuperação de recursos e a reutilização total de produtos valiosos. É uma das importantes direções de desenvolvimento do tratamento de resíduos de pneus em vários países e também está alinhada com as políticas industriais nacionais e os planos de desenvolvimento.

14 de mar. de 2015

Planta de Pirólise, Transformando Resíduos de Pneus em Tesouro

Com o desenvolvimento contínuo da economia, a produção de pneus também está aumentando rapidamente. No entanto, no processo de expansão e desenvolvimento da indústria, surgem cada vez mais problemas, entre os quais o mais problemático é o descarte de pneus inservíveis. 

Os pneus são feitos de materiais elásticos poliméricos que não derretem ou são refratários, e leva centenas de anos para que as macromoléculas desses materiais se decomponham a ponto de não afetar o crescimento das plantas no solo. No entanto, aterros sanitários, combustão e outros métodos de tratamento de resíduos sólidos não são aplicáveis ​​a resíduos de pneus. Cada vez mais resíduos de pneus estão causando uma grave “poluição negra” na Terra, apresentando grandes desafios à proteção ambiental.

A planta de pirólise adota a tecnologia de “craqueamento térmico de pressão micronegativa” para processar resíduos de pneus para produzir quatro produtos: óleo combustível, negro de fumo e fio de aço.

Diferentemente do refino de petróleo tradicional, na reciclagem em cascata de pneus inservíveis, o craqueamento térmico é a redução e utilização inofensiva de pneus inservíveis com a premissa de atender aos requisitos de proteção ambiental. Os problemas de poluição serão minimizados por meio da atualização tecnológica, inovação de processos e instalação de equipamentos de proteção ambiental.


Vantagens da nova planta de pirólise:

1. O equipamento adota a tecnologia de ponta do mundo – tecnologia zero peeling. No processo de decomposição, não há necessidade de usar um processo especial para separar o fio de aço e a borracha duas vezes. Esta operação desempenha um papel fundamental na redução do consumo de energia, reduzindo assim o investimento de capital. Até certo ponto, os benefícios econômicos foram aumentados.

2. A fim de garantir efetivamente que o gás não transborde durante o processo de produção e melhorar a eficiência da pirólise, a pirólise adota a tecnologia de processo de pressão micronegativa, que tem a vantagem de eliminar fundamentalmente os perigos ocultos de insegurança causados ​​pelo excesso de gás .

3. Durante o processo de produção do equipamento, a maior parte da borracha é transformada em óleo líquido após a pirólise, e uma pequena quantidade de gás inflamável circula como combustível do forno de pirólise. Portanto, o fornecimento de energia térmica do forno de pirólise é garantido, a emissão de gases de escape é reduzida e os benefícios econômicos e ambientais são aprimorados.

4. O design do equipamento está em conformidade com os padrões internacionais, a estrutura é compacta, o design da linha de produção é científico e eficiente, a operação é segura e estável, a capacidade de processamento é forte e a colocação de vários sistemas é apropriada e razoável, o que tem significado positivo para melhorar a eficiência do trabalho, reduzir o consumo de energia e proteger o ambiente ecológico.

5 de mar. de 2015

Quais materiais podem ser Reciclados em Óleo?


Vários tipos de matérias-primas são processadas pela planta de pirólise de resíduos: pneus usados, resíduos de borracha, resíduos de produtos plásticos, etc. Essas matérias-primas podem ser subdivididas.

Os resíduos de pneus incluem os pneus usados ​​de ônibus, caminhões, pneus de engenharia, carros, motocicletas e bicicletas. Resíduos de borracha incluem conjuntos de cabos de borracha, solas de sapato, tapetes de borracha e outros tipos de materiais de borracha, etc. Resíduos de produtos plásticos incluem PE, PP, PS, ABS, plástico branco, sacolas de alimentos, marcas registradas de plástico, resíduos de fábricas de papel, plástico doméstico, cabo de plástico, sacos de plástico, etc.

3 de mar. de 2015

Os Pneus inservíveis precisam ser limpos antes da Pirólise?



Os resíduos de pneus não precisam ser limpos antes da pirólise. A superfície do pneu geralmente não possui muita sujeira, poeira, etc., e o óleo de pirólise de pneus é um tipo de combustível industrial. É usado principalmente em fábricas industriais, como fábricas de aço, fábricas de cimento e outros usos de combustão, mesmo com uma pequena parte de poeira, não terá um grande efeito na qualidade do óleo e no efeito de combustão; por outro lado, se os pneus forem limpos antes da pirólise, a água ficará inevitavelmente na superfície dos pneus. 

Isso aumentará o consumo de energia durante o processo de pirólise e reduzirá o número de pneus usados ​​a serem processados. A limpeza não é apenas demorada e trabalhosa, mas também requer recursos humanos e materiais para limpar, desidratar, secar e fazer outras séries de operações, que podem até superar as perdas e afetar o efeito da pirólise.

Só precisamos colocar o pneu inteiro no forno de pirólise através do alimentador automático ou manualmente, e depois convertê-lo em óleo de pneu, negro de fumo, fio de aço e gás. Mas se as matérias-primas que você tem são grandes pneus de caminhão ou pneus de engenharia, eles precisam ser triturados e colocados no reator, isso melhorará a eficiência da pirólise e o rendimento do óleo.

28 de fev. de 2015

Quanto Lucro há no Projeto de Pirólise de Resíduos de Pneus?


Os resíduos de pneus podem ser reciclados e processados ​​por usinas de pirólise de pneus para que você possa obter óleo combustível, negro de fumo, arame de aço e gás combustível. Esses produtos não apenas têm amplas aplicações, mas o preço de venda também será maior, a perspectiva de mercado é ampla e pode ajudá-lo a obter altos lucros.

O que se segue é uma introdução ao uso dos produtos finais e os lucros que podem ser obtidos.

1 - ÓLEO COMBUSTÍVEL

O óleo combustível é o principal produto da pirólise de resíduos de pneus. 1 tonelada de resíduos de pneus pode produzir cerca de 0,4-0,45 toneladas de óleo combustível. Não só pode ser usado como combustível industrial, vendido para caldeiras, fábricas de cimento, fábricas de tijolos, fábricas de vidro, fábricas de aço e outras grandes fábricas, mas também pode continuar a ser processado e refinado em diesel não padrão, que pode ser usado para equipamentos que não requerem óleo diesel de alto padrão. O preço de mercado do óleo combustível é relativamente substancial.

2 - NEGRO DE FUMO

O negro de fumo é o segundo maior produto, 1 tonelada de resíduos de pneus pode produzir cerca de 0,3-0,35 toneladas de combustível com alto valor industrial. O negro de fumo é usado principalmente em dois aspectos. Primeiro, é queimado como pellets de combustível. O poder calorífico do negro de fumo pode chegar a 7.000 calorias/kg, de modo que pode ser prensado em bolas ou briquetes em vez de carvão para aquecimento industrial. Em segundo lugar, o negro de fumo é refinado e moído em outros produtos de borracha, como solas de borracha e pigmentos. Quanto mais fino for o pó de negro de fumo, mais usos e maior será o preço.

3 - FIO DE AÇO

O conteúdo do fio de aço de sucata de pneu é de cerca de 10%-15%, que pode ser extraído com antecedência antes do processo de pirólise ou descarregado inteiro após o final da pirólise, o que não afetará o conteúdo do fio de aço. O fio de aço pode ser vendido para estações de reciclagem de sucata, ou enviado para usinas siderúrgicas para refundição, que tem alto valor de aproveitamento.

Será melhor se você souber o preço local, nós o ajudaremos a fazer a análise de lucro. Para mais informações, sinta-se à vontade para entrar em contato conosco e providenciaremos um gerente de projeto experiente para ajudá-lo!

26 de fev. de 2015

Quantas Toneladas de Pneus usados ​​podem fazer Uma Tonelada de Óleo de Pneu?


Normalmente, o rendimento do óleo dos pneus usados ​​é de cerca de 45%-55%. É determinado pelo teor de borracha e qualidade dos pneus. Para pneus de caminhões e veículos de tamanho médio e comercial, o rendimento do óleo é de 45% a 55%, o que significa que cerca de 1,8 a 2,2 toneladas de resíduos de pneus podem extrair uma tonelada de óleo de pneu. Além disso, os diferentes designs da planta de pirólise e a proficiência da operação manual também afetarão o rendimento do óleo.

Os pneus usados ​​não podem ser totalmente rachados pela planta de pirólise projetada anteriormente, além disso, a área de resfriamento do sistema de resfriamento não é suficiente, então o óleo gasoso não pode ser totalmente resfriado e o rendimento do óleo é baixo. Ele precisa de cerca de 2,7 toneladas a 2,8 toneladas de resíduos de pneus que podem ser usados ​​para fazer uma tonelada de óleo de pneu.

O sistema de resfriamento de design integrado tinha áreas de resfriamento maiores em comparação com outros fornecedores. Existem muitos tubos de resfriamento no condensador, então o óleo gás tem uma área de troca de calor maior e o rendimento do óleo pode chegar a 45% a 55%. Geralmente, uma tonelada de óleo de pneu pode ser extraída de cerca de duas toneladas de resíduos de pneus.

Ao comprar a máquina de pirólise, é melhor você aprender sobre os diferentes designs com antecedência e deixar o gerente de vendas recomendar a máquina mais adequada para você de acordo com a situação local.

20 de fev. de 2015

Quanto custa uma Planta de Pirólise de Pequena Capacidade?



Existem dois modelos de plantas de pirólise: minibalança de 10kg e planta de pirólise de instalação gratuita de 750kg. O preço da máquina de pirólise de pequeno porte depende da capacidade e configuração do equipamento.

A mini planta de pirólise de 10kg adota a mesma tecnologia que a maior, e também está totalmente operacional. Todas as peças são pré-montadas antes da entrega. Pode começar a funcionar com água e eletricidade fornecidas e algumas tubulações reconectadas. Você pode usá-lo para teste, demonstração ou testes técnicos. Também temos diferentes configurações para sua escolha. Todas as peças da planta de pirólise de 10 kg são feitas de aço inoxidável, o que proporciona alta qualidade e longa vida útil.

750kg é um modelo de venda quente no ano passado. É um design do tamanho de um contêiner. A dimensão geral é construída exatamente de acordo com o tamanho máximo de um contêiner de 40'HQ. Portanto, apenas um contêiner 40'HQ é carregado. Portanto, o transporte e o envio são mais fáceis. Funciona perfeitamente como planta de demonstração. Não importa se você deseja mostrar o processo para autoridades ou investidores, ou simplesmente testá-lo por si mesmo, é uma escolha perfeita para iniciar o negócio de pirólise.

Devido aos altos preços do óleo combustível, negro de fumo e fio de aço no mercado, a planta de pirólise mais popular é de 10 toneladas e 15 toneladas. Muitos clientes são atraídos por essa perspectiva favorável. Nós também fornecemos plantas de pirólise de tipo contínuo de 30-50 toneladas e plantas de pirólise de tamanho personalizado. Nossos engenheiros e vendedores podem fornecer esquemas de equipamentos apropriados e cotações para os clientes escolherem de acordo com a situação real da capacidade de processamento dos clientes, orçamento de capital e assim por diante.

15 de jan. de 2015

Qual a Diferença entre Pirólise e Incineração?



Tanto a incineração quanto a pirólise são formas de combustão, métodos importantes para o tratamento de resíduos sólidos. Existem certas diferenças entre os métodos de pirólise e incineração em relação às condições de tratamento, produtos gerados e condições aplicáveis.

A principal diferença é que a incineração é a combustão de matéria orgânica na presença de oxigênio, enquanto a pirólise é a combustão de matéria orgânica na ausência de oxigênio.

A incineração refere-se ao processo de reações termoquímicas do lixo com uma certa energia de valor calorífico em condições aeróbicas, e a incineração é o processo de liberação de calor. A incineração é uma maneira importante de obter resíduos inofensivos, engenhosos e reduzidos. O processo de incineração converte resíduos em cinzas, gases e calor. O calor gerado pela incineração pode ser usado para aquecimento e geração de energia.

A pirólise é a combustão de matéria orgânica na ausência de oxigênio. A composição química do material é alterada por este processo, e o processo é irreversível. Geralmente, a pirólise de materiais orgânicos causa a produção de componentes voláteis juntamente com um resíduo sólido contendo carbono e alcatrão. A pirólise é um processo endotérmico. Este processo fornece produtos finais na fase sólida, fase líquida e fase gasosa também. O calor contido nos resíduos sólidos é armazenado na forma das substâncias acima mencionadas e se torna um combustível valioso para armazenamento e transporte.

A pirólise é um processo químico que envolve a coloração térmica de materiais orgânicos na ausência de oxigênio, por meio de altas temperaturas. Essa condição impede a combustão completa dos resíduos e resulta na formação de subprodutos valiosos, como gases combustíveis, óleos pirolíticos e carvão vegetal. A pirólise é especialmente utilizada para tratar resíduos específicos, como plásticos, pneus usados ​​e biomassa. Além de reduzir o volume de resíduos, a pirólise permite a recuperação de energia e de materiais de valor, garantindo a redução da dependência de combustíveis e combustíveis para a economia circular.

Por outro lado, a incineração é um processo de combustão completa de resíduos, em que os materiais são queimados em altas temperaturas na presença de oxigênio. Esse processo resulta na transformação dos resíduos em cinzas e gases. A incineração é uma abordagem mais geral de tratamento de resíduos e pode ser aplicada a uma ampla variedade de materiais. Ela é frequentemente utilizada para gerar calor e eletricidade, aproveitando o valor energético dos resíduos. No entanto, a incineração também pode gerar emissões de poluentes atmosféricos, como gases tóxicos e partículas finas, dependendo das tecnologias de controle de combustível adotadas.

Uma diferença significativa entre a pirólise e a incineração é o tipo de subprodutos obtidos. Enquanto a pirólise produz gases combustíveis, óleos pirolíticos e carvão vegetal, que podem ser usados ​​como energia ou matérias-primas, a incineração gera principalmente calor e eletricidade. A pirólise tem um potencial maior de recuperação de recursos e pode ser uma alternativa mais atrativa quando o objetivo é obter produtos com valor econômico.

Além disso, a pirólise tende a produzir menos emissões de poluentes do que a incineração. A queima incompleta é minimizada na pirólise, pois ocorre na ausência de oxigênio, o que reduz as emissões de gases negativos. Por outro lado, a incineração pode resultar em emissões atmosféricas poluentes, tornando necessário o uso de tecnologias de controle de gases eficientes para mitigar esses efeitos negativos.

A escolha entre pirólise e incineração depende do tipo de resíduo a ser tratado, dos objetivos do processo de tratamento e das considerações ambientais e específicas. Ambos os processos têm vantagens e proteção, e é essencial considerar cuidadosamente os aspectos técnicos, ambientais e socioeconômicos ao tomar decisões sobre o tratamento de resíduos.

8 de jan. de 2015

Os Benefícios da Reciclagem de Resíduos de Plástico


A aplicação de produtos plásticos penetrou em todos os cantos da sociedade e o desperdício de produtos plásticos está aumentando a cada ano. A reciclagem de plástico tem sido um problema global que precisa ser resolvido com urgência.

A reciclagem de plástico pode não apenas economizar recursos e aliviar a contradição entre a oferta e a demanda de matérias-primas plásticas, mas também economizar espaço de ocupação do solo, aumentar a taxa de utilização dos recursos da terra e fazer contribuições significativas para a proteção ambiental.

A reciclagem de resíduos de plástico tem uma ampla perspectiva. Os resíduos plásticos podem ser convertidos em óleo combustível, negro de fumo e gás combustível por meio da tecnologia de pirólise de resíduos plásticos. O óleo combustível pode ser usado como combustível industrial em fábricas industriais como material de aquecimento. Possui alto valor calorífico, podendo ser vendido diretamente ou posteriormente processado em diesel com maior valor de aplicação. O gás residual é descarregado após tratamento de dessulfuração e desnitrificação para atender ao padrão de emissão. A reciclagem de resíduos de plástico por meio da tecnologia de pirólise pode não apenas reduzir a poluição ambiental, mas também gerar lucros para você.

A reciclagem de resíduos de plástico oferece uma série de benefícios ambientais, biológicos e sociais. 

Aqui estão alguns dos principais benefícios:

Conservação de recursos naturais: A reciclagem de plástico reduz a necessidade de extrair matérias-primas virgens, como petróleo, para a produção de plástico. Isso ajuda a preservar os recursos naturais não renováveis ​​e a reduzir a pressão sobre o meio ambiente.

Redução do desperdício em aterros sanitários: O plástico é um material de eliminação lenta e pode permanecer em aterros sanitários por centenas de anos. Ao reciclar resíduos de plástico, evita-se que esses materiais ocupem espaço nos resíduos sanitários, prolongando sua vida útil e atendendo a necessidade de novos locais de disposição de resíduos.

Prevenção da poluição do meio ambiente: A reciclagem de plástico contribui para a redução da poluição ambiental. Quando o plástico não é descartado, pode poluir rios, oceanos e terrenos, representando uma ameaça à vida marinha e à fauna terrestre. Ao reciclar o plástico, reduz-se a quantidade de resíduos que acabam em ecossistemas naturais.

Economia de energia: A reciclagem de plástico requer menos energia do que a produção de plástico a partir de matérias-primas virgens. O processo de reciclagem de plástico consome menos energia, uma vez que não é necessário extrair, transportar e refinar o petróleo bruto. A economia de energia resultante contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa e para a mitigação das mudanças climáticas.

Criação de empregos e desenvolvimento econômico: A indústria da reciclagem de plástico gera empregos em várias etapas do processo, como coleta, triagem, processamento e fabricação de produtos reciclados. Além disso, a reciclagem de plástico pode estimular o desenvolvimento econômico local, proporcionando oportunidades para empresas de reciclagem e fabricantes de produtos reciclados.

Redução da demanda por plástico virgem: Ao reciclar resíduos de plástico, reduz-se a necessidade de produzir plástico virgem. Isso pode levar a uma diminuição da produção global de plástico e, consequentemente, uma redução do gás associado à sua fabricação e descarte.

Estímulo à inovação: A reciclagem de resíduos de plástico incentiva a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias e processos para melhorar a eficiência da reciclagem e a qualidade dos produtos reciclados. Isso impulsiona a inovação e a busca por soluções mais direcionadas.

Em resumo, a reciclagem de resíduos de plástico traz benefícios ambientais ao reduzir o desperdício, a ingestão de recursos naturais. Além disso, possui impactos psicológicos positivos, como a criação de empregos e o estímulo ao desenvolvimento econômico local. A reciclagem de plástico é uma parte importante da transição para uma economia circular e sustentável.

5 de jan. de 2015

As Principais Diferenças entre Três Tipos de Usina de Pirólise



Planta de pirólise em lote: a planta de pirólise em lote é amplamente utilizada no descarte de tipos de matérias-primas, como resíduos de pneus, resíduos de borracha, lama de óleo, resíduos de plástico, plástico de alumínio, plástico de aterro, etc. A característica mais proeminente é que as matérias-primas geralmente não precisa ser esmagado, e o preço é mais econômico.

Planta de pirólise semicontínua: usada principalmente para processamento de matérias-primas granulares pequenas, como pó de borracha, blocos de borracha e plásticos triturados. Este tipo pode alcançar a descarga de escória em alta temperatura, encurtando consideravelmente o ciclo de produção em comparação com o lote um e alcançando maior eficiência de descarte. O rendimento do óleo pode ser maior usando pneus triturados como matéria-prima.

Planta de pirólise contínua: em comparação com as duas primeiras, esse tipo de equipamento pode economizar mais tempo de produção. Ele reduz o aquecimento frequente, resfriamento, descarga de escória e tempo de recarga e realmente alcança alimentação e descarga simultâneas, sem interromper o aquecimento. A operação é mais automática e economiza mão de obra.

25 de jul. de 2014

DESTILAÇÃO DE ÓLEO DE PIRÓLISE

A destilação é o processo que envolve a conversão de um líquido em vapor que é posteriormente condensado de volta à forma líquida. Na aplicação para reciclagem de óleo de motor usado e processamento de óleo de pirólise, as matérias-primas são aquecidas para se tornarem gasosas, então o gás é liquefeito por condensação e se torna combustível líquido. No processo de destilação, as impurezas são removidas das matérias-primas.



TAXA DE PRODUÇÃO

A taxa de produção dos produtos de saída depende das condições das matérias-primas, como seu teor de água e impurezas.

90% - DIESEL PESADO

Usado como combustível industrial para fábrica de cimento, fábrica de aço, fábrica metalúrgica, fábrica de vidro, usina etc.

7% - SYNGAS

Conhecido como gás combustível ou gás não condensável. Encaminhado para queimadores a gás do sistema de aquecimento como abastecimento de combustível.

3% - ESCÓRIA


PROCESSO EM EXECUÇÃO

Procedimento típico para processar óleo de pirólise.


Alimentação de óleo de pirólise

Carrega o óleo de pirólise no reator de destilação através da porta de alimentação usando uma bomba de óleo.


Começa a aquecer

Terminado o carregamento, inicia-se o aquecimento do reator de destilação.


Produção de óleo

As matérias-primas líquidas tornam-se gasosas sob alta temperatura. Então o gás de petróleo sai do reator. O gás de petróleo passa pelo purificador e é purificado. Então o gás de óleo passa pelo condensador e se liquefaz e se torna óleo líquido. O óleo de saída é coletado no tanque de óleo. O gás não condensável é encaminhado para o sistema de aquecimento como suprimento de combustível.


Purificação de gases de combustão

O gás de combustão gerado pelo sistema de aquecimento é purificado pelo sistema de controle de emissão antes da emissão pela chaminé.


Esfriando

Terminada a produção de óleo, deixa a máquina esfriar por 3 horas antes de descarregar.


Descarga de escória

Descarrega a escória do reator usando uma ferramenta personalizada.

23 de jul. de 2014

RECICLAGEM DE RESÍDUOS DE ÓLEO DE MOTOR USADO

A destilação é o processo que envolve a conversão de um líquido em vapor que é posteriormente condensado de volta à forma líquida. Na aplicação para reciclagem de óleo de motor usado e processamento de óleo de pirólise, as matérias-primas são aquecidas para se tornarem gasosas, então o gás é liquefeito por condensação e se torna combustível líquido. No processo de destilação, as impurezas são removidas das matérias-primas.


TAXA DE PRODUÇÃO

A taxa de produção dos produtos de saída depende das condições das matérias-primas, como seu teor de água e impurezas.

85% - DIESEL PESADO

Usado como combustível industrial para fábrica de cimento, fábrica de aço, fábrica metalúrgica, fábrica de vidro, usina etc.

10% - SYNGAS

Conhecido como gás combustível ou gás não condensável. Encaminhado para queimadores a gás do sistema de aquecimento como abastecimento de combustível.

5% - ESCÓRIA


PROCESSO EM EXECUÇÃO

Procedimento típico para processar óleo de motor usado.

Alimentação de óleo de motor usado

Carrega óleo de motor usado no reator através da porta de alimentação usando uma bomba de óleo.


Começa a aquecer

Terminado o carregamento, inicia-se o aquecimento do reator de destilação.


Produção de óleo

As matérias-primas líquidas tornam-se gasosas sob alta temperatura. Então o gás de petróleo sai do reator. O gás de petróleo passa pelo purificador e é purificado. Então o gás de óleo passa pelo condensador e se liquefaz e se torna óleo líquido. O óleo de saída é coletado no tanque de óleo. O gás não condensável é encaminhado para o sistema de aquecimento como suprimento de combustível.


Purificação de gases de combustão

O gás de combustão gerado pelo sistema de aquecimento é purificado pelo sistema de controle de emissão antes da emissão pela chaminé.


Esfriando

Terminada a produção de óleo, deixa a máquina esfriar por 3 horas antes de descarregar.


Descarga de escória

Descarrega a escória do reator usando uma ferramenta personalizada.


22 de jul. de 2014

RECICLAGEM DE BORRA DE ÓLEO

A borra de petróleo pode vir da perfuração de poços de petróleo, solo contaminado com óleo ou lama de petroleiros. É oleoso e pegajoso e difícil de processar.

Utiliza uma planta de pirólise customizada para reciclagem de borra de óleo. A matéria-prima da borra de óleo geralmente vem em semi-sólidos e semi-líquidos, embalados em sacos ou a granel. Ele pode usar alimentador hidráulico ou bomba de polpa para carregar o lodo de óleo para o reator de pirólise com base em suas condições. O reator de pirólise é personalizado com design antiaderente para produção de longo prazo.


TAXA DE PRODUÇÃO

Observe que a taxa de produção dos produtos de saída depende das condições da borra de óleo, como seu teor de água e impurezas.


60% - ÓLEO COMBUSTÍVEL

Conhecido como óleo combustível, óleo de pirólise, óleo de aquecimento, óleo de forno. Usado como combustível industrial para fábrica de cimento, fábrica de aço, fábrica metalúrgica, fábrica de vidro, usina etc.


30% - ESCÓRIA

Usado como material de construção para fazer fundações de estradas e tijolos.


10% - SYNGAS

Conhecido como gás combustível ou gás não condensável. Encaminhado para queimadores a gás do sistema de aquecimento como abastecimento de combustível.


PROCESSO EM EXECUÇÃO

Processo típico de execução e tempo de produção para processar 10 toneladas de borra de óleo. Enquanto isso, o tempo de produção é afetado pela condição das matérias-primas.


Alimentação de borra de óleo (3 horas)

Usando alimentador hidráulico ou bomba de polpa para carregar lama de óleo no reator de pirólise. O reator de pirólise gira na direção de alimentação. Continua alimentando até que o reator esteja totalmente carregado. Normalmente leva 3 horas para carregar 10 toneladas de borra de óleo.


Inicia o aquecimento (3 horas)

Quando a alimentação terminar, feche a porta de alimentação e ligue o sistema de aquecimento. A temperatura interna sobe lentamente nas primeiras 2 horas.


Produção de Petróleo (10 Horas)

A borra de óleo se decompõe em estado gasoso e estado sólido sob reação de pirólise. O estado gasoso entra no sistema de condensação, fica liquefeito e se torna combustível líquido. O processo de produção do óleo dura 10 horas. O estado sólido que é a escória fica dentro do reator de pirólise aguardando a descarga.


Resfriamento (3 horas)

Terminada a produção de óleo, deixa a máquina esfriar por 3 horas antes de descarregar.


Descarga de escória (2,5 horas)

Descarrega a escória do reator pelo transportador em forma de U. Demora cerca de 2,5 horas.


20 de jul. de 2014

RECICLAGEM DE PNEUS USADOS


A tecnologia de pirólise oferece uma solução prática para a reciclagem de pneus usados. As matérias-primas originais para fazer pneus que são:

Borracha (natural e sintética) 41%
Cargas (negro de fumo, sílica, carvão, giz…) 30%
Materiais de reforço (aço, poliéster, raiom, nylon) 15%
Plastificantes (óleos e resinas) 6%
Produtos químicos para vulcanização (enxofre, zinco óxido…) 6%
Agentes antienvelhecimento e outros produtos químicos 2%

São 100% reciclados e se tornam produtos utilizáveis ​​com valores de marketing. A planta de pirólise de pneus não apenas resolve o problema ambiental dos pneus usados, mas também cria um negócio lucrativo com alto ROI.


TAXA DE PRODUÇÃO

A taxa de produção dos produtos de saída depende do componente original das matérias-primas para fabricar pneus.

45% - ÓLEO COMBUSTÍVEL

Conhecido como óleo combustível, óleo de pirólise, óleo de aquecimento, óleo de forno. Usado como combustível industrial para fábrica de cimento, fábrica de aço, fábrica metalúrgica, fábrica de vidro, usina etc.

30% - NEGRO DE CARBONO

Usado como matéria-prima para indústrias de borracha e plástico após processamento adicional. Ou usado como combustível de aquecimento.

15% - CABO DE AÇO

Vendido para comerciantes de sucata.

10% - SYNGAS

Conhecido como gás combustível ou gás não condensável. Encaminhado para queimadores a gás do sistema de aquecimento como abastecimento de combustível.


PROCESSO EM EXECUÇÃO

Processo típico de operação e tempo de produção para processar 10 toneladas de pneus usados.


Alimentação de pneus usados ​​(2,5 horas)

Usando alimentador hidráulico para carregar pneus usados ​​no reator de pirólise. Pode carregar pneus inteiros sem triturar. O reator de pirólise gira na direção de alimentação. Continua alimentando até que o reator esteja totalmente carregado. Normalmente leva 2,5 horas para carregar 10 toneladas de pneus usados.


Inicia o aquecimento (2 horas)

Quando a alimentação terminar, feche a porta de alimentação e ligue o sistema de aquecimento. A temperatura interna sobe lentamente nas primeiras 2 horas.


Produção de Petróleo (10 Horas)

Pneus usados ​​se decompõem em estado gasoso e estado sólido sob reação de pirólise. O estado gasoso entra no sistema de condensação, fica liquefeito e se torna combustível líquido. O processo de produção do óleo dura 10 horas. O estado sólido que é negro de fumo e fio de aço fica dentro do reator de pirólise aguardando a descarga.


Resfriamento (3 horas)

Terminada a produção de óleo, deixa a máquina esfriar por 3 horas antes de descarregar.


Descarga de negro de fumo (2,5 horas)

Descarrega o negro de fumo do reator pelo transportador em forma de U. Demora cerca de 2,5 horas.


Descarregando Fio de Aço (0,5 Horas)

Descarrega massa de fio de aço do reator por guincho. Demora cerca de 30 minutos.

18 de jul. de 2014

Usina de Pirólise - Tecnologia Pirolítica

 

A pirólise é uma das tecnologias disponíveis para converter biomassa em um produto líquido intermediário que pode ser refinado para biocombustíveis de hidrocarbonetos, aditivos de combustível oxigenados e substitutos petroquímicos. A pirólise é o aquecimento de um material orgânico, como a biomassa, na ausência de oxigênio. A pirólise de biomassa é geralmente conduzida a 400° - 500°C ou acima, fornecendo calor suficiente para desconstruir os fortes biopolímeros mencionados acima. 

Como não há oxigênio, a combustão não ocorre, mas a biomassa se decompõe termicamente em gases combustíveis e biocarvão. A maioria desses gases combustíveis pode ser condensada em um líquido combustível, chamado óleo de pirólise (bio-óleo), embora existam alguns gases permanentes (CO2, CO, H2, hidrocarbonetos leves), alguns dos quais podem ser queimados para fornecer calor para o processo. Por isso, a pirólise da biomassa produz três produtos: um líquido, o bio-óleo, um sólido, o biochar e um gasoso, o gás de síntese. A proporção desses produtos depende de vários fatores, incluindo a composição da matéria-prima e os parâmetros do processo.

Uma usina de pirólise é uma instalação projetada para realizar o processo de pirólise, que é uma coloração térmica de materiais orgânicos na ausência de oxigênio. A pirólise converte biomassa, plásticos, pneus usados ​​e outros resíduos em produtos úteis, como gases combustíveis, óleos pirolíticos e carvão vegetal.

O processo de pirólise ocorre em uma câmara de reação hermeticamente fechada, onde o material a ser decomposto é aquecido a temperaturas elevadas, geralmente acima de 400°C. A falta de oxigênio impede a combustão completa, resultando na formação de subprodutos valiosos. Existem diferentes tipos de pirólise, como a pirólise rápida e a pirólise lenta, que variam em relação à velocidade de aquecimento e à produção de produtos específicos.

Uma vez que o material é aquecido, ocorrem várias reações químicas, causadas na produção de diferentes produtos. Os principais produtos da pirólise incluem:

Gases Combustíveis: Durante o processo de pirólise, são liberados gases como metano, etano, hidrogênio, monóxido de carbono e dióxido de carbono. Esses gases podem ser usados ​​como combustíveis para gerar eletricidade e calor.

Óleos Pirolíticos: Os óleos pirolíticos são líquidos complexos que contêm uma mistura de hidrocarbonetos. Eles podem ser refinados para obter líquidos combustíveis, como gasolina, diesel e óleo combustível, ou podem ser usados ​​como matéria-prima na indústria petroquímica para a produção de plásticos.

Carvão Vegetal: A pirólise também produz carvão vegetal, que é um material carbonáceo sólido. O carvão vegetal é amplamente utilizado como combustível para aquecimento e cozimento, além de ser empregado na indústria siderúrgica como redutor de minério de ferro.

Uma usina de pirólise pode ser configurada para tratar resíduos específicos, como pneus usados ​​ou plásticos, envolvendo-os em produtos valiosos e com impacto ambiental desses materiais. Através da pirólise, é possível obter benefícios ambientais, como a redução de emissões de gases de efeito estufa e a diminuição da dependência de combustíveis fósseis.

No entanto, é importante destacar que a pirólise também apresenta desafios, como a necessidade de um controle rigoroso da temperatura e do tempo de residência para obter os produtos desejados, bem como a gestão adequada dos resíduos sólidos resultantes do processo. Além disso, a eficiência energética da pirólise pode variar dependendo dos materiais utilizados e das condições de operação.

Apesar dos desafios, as usinas de pirólise continuam a ser exploradas como uma forma promissora de reciclagem de resíduos e geração de energia a partir de fontes renováveis, voluntárias para a transição para um sistema mais sustentável e com menor impacto ambiental.

O Impacto Ambiental - #paporeto

O meio ambiente é um sistema complexo, onde todos os elementos interagem de forma equilibrada. Mas, quando atividades humanas causam alteraç...